DESCOBRIR O QUE SOMOS

Qual é tua máscara? As máscaras e os tabus nos acurralam em nosso tempo. O jovem vicentino se enfrenta a um desafio duplo ao encontrar-se diante deles em sua vida, por um lado desprender-se de sua própria máscara, suas correntes, e, por outro, saber dar esperança e vida às situações que o rodeiam. Ao longo do dia de hoje, nossa família orou, refletiu, aprendeu e compartilhou justamente o que supõe “ser, não aparentar”, um primeiro passo para poder ser esse testemunho vivo.

Foi um dia intenso onde a reflexão, o perdão e o sentimento de sentir-se membro de uma enorme família estiveram latentes. Durante a oração da manhã, os peregrinos receberam umas máscaras que levaram postas, na parte de atrás da cabeça, durante todo o dia. Os madrilenos e turistas os olhavam com um certo assombro, mas foi a forma que tiveram os jovens vicentinos de mostrar que estas existem e de que todos as carregamos. Umas “máscaras” sobre as quais também se meditou nas catequeses dos distintos grupos lingüísticos, ali elas apareceram com os seus diferentes nomes: globalização, ataque à vida, o desrespeito aos direitos humanos, entre outros. Estas são as realidades onde o jovem vicentino tem que dar seu testemunho e ser fonte de vida, não só em teoria mais sim na prática.

É necessário romper com o que nos impede ser verdadeiros vicentinos. O Superior Geral Pe. Gregory Gay os exortava a ser radicais no discurso inaugural. “Nunca no mundo se havia feito tão necessária esta missão, como agora. Vivemos em um mundo com inumeráveis e gigantescas fábricas de pobreza. Vivem os pobres com dignidade? Há pobres na terra? Então esses pobres necessitam da Boa Noticia do Reino de Jesus Cristo no sentido mais amplo da palavra. Esta, irmãos é nossa Missão como Família. Por isso, ser vicentinas e vicentinos, é uma necessidade urgente no mundo de hoje”.

Uma coisa está clara, se necessita de perdão e de aproximação aos mais pobres. A tarde de 13 de agosto esteve dedicada a Celebração Penitencial, onde se pôde romper as máscaras que tanto aborrecem. Os jovens puderam se confessar e destruir as misérias que perturbam o seu dia a dia.

Antes, alguns participantes do EJV visitaram a projetos vicentinos que tem a família vicentina em Madrid: o centro de atenção ao imigrante de Santa Isabel, a cozinha comunitária das Filhas da Caridade, etc. Organizados por idiomas, também houve tempo para trabalhar em diversas oficinas, que serviram para complementar a formação. Todas com temáticas estiveram bastante válidas e retrataram temas atuais, tais como: A Mudança de Estruturas, a presença pública da Igreja na sociedade, etc.

A jornada foi concluída com um momento relax e de festa internacional cheia de folclore que, sem dúvida, uniu ainda mais a família vicentina que trabalha para a expansão do Reino.

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