UMA FAMÍLIA AO SERVIÇO DE SEU TEMPO

Madrid, 14 agosto.

Livres. Assim se levantaram os peregrinos da Família Vicentina hoje, depois de
haverem se desprendido de suas máscaras. Uma liberdade que celebramos com a
Eucaristia Dominical, onde participamos todos os grupos lingüísticos, convertendo a
celebração em um candinho de espiritualidades e cantos. No calor da palavra, e do sol
da manhã de Madrid, recordado que somos uma família, forte e unida, que vive atenta
e desperta em seu tempo. Tal e como nos recordava o lema do dia, “enraizados em
Cristo, ao exemplo de São Vicente”.

Desemprego, fome, solidão, terrorismo e imigração são algumas das realidades que
os jovens levaram para trabalhar ao longo da manhã nas respectivas catequeses
por grupos de língua. Valorar qual é nosso papel e, sobretudo, qual é nosso modelo
para romper estas realidades, foram os assuntos tratados durante as catequeses
dos grupos. Uma ideia se destacou sobre as demais como proposta para os
vicentinos: “responder, com os frutos que nos dá o amor de Deus”. Falado se ouve
bonito, mas vivido ressoa nos lábios das pessoas que deram seu testemunho e,
más ainda, nos corações dos peregrinos que os escutaram. Idosos, pobres, crianças,
imigrantes ou enfermos são só algumas das opções de serviço que, segundo a
experiência de Patrícia Camacho, “quanto mais se vive com eles, os pobres, mais se
ama ao Senhor”.

Uma experiência de Deus, através do pobre, que também se encontra na missão.
Como parte de nosso carisma, o ser capaz de dar testemunho e de aproximar a
Palavra de Deus a outros é outra forma de serviço. Em especial, durante uma das
oficinas que foi ministrada hoje, falou-se de missão compartilhada, onde foi destacada
a importância que tem viver a missão a partir da comunidade e desde o sentir-se
enviado por ela. Tal e como foi sinalado: “quando se compartilha a missão se superam
todos os obstáculos”

E não há forma de terminar um dia de trabalho e reflexão, se não é com a oração.
A Vigília Mariana foi o colofão perfeito para uma grande jornada. Numa lotada
Basílica da Milagrosa, todos os peregrinos estiveram para rezar junto à Mãe, quem
acompanhou a oração compartilhada de homens e mulheres de diversas línguas.

Organizada em três momentos, a noite de oração foi ganhando em intensidade
conforme íamos compreendendo que em Maria podemos confiar e que Ela é exemplo
vivo do sentir vicentino. Um microscópio, reflexo da vigilância que devemos ter na
oração, as estrelas iluminaram a noite e Maria resplandeceu no mais alto para acolher
a seus filhos que estiveram numa atitude orante, diante do Santíssimo.

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